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    Utilizando o menu categorias, opção Search no cabeçalho da página ou os menus suspensos você tem acesso a informações sobre a LACV, eventos e cursos relacionados a fisioterapia, resumo de materias didáticos, links para os principais sites de pesquisa bibliográfica dentre outros. A LIGA ACADÊMICA DA COLUNA VERTEBRAL, fundada no dia 04 de abril de 2008, é uma entidade apartidária, não religiosa, sem fins lucrativos, com duração ilimitada e caráter multidisciplinar. Vinculada ao Diretório Acadêmico de Fisioterapia da Faculdade de Ciências da Saúde – FASA da Universidade Presidente Antônio Carlos, Juiz de Fora, Minas Gerais – UNIPAC Campus VI - organizada pelos acadêmicos do Curso de Fisioterapia passando a ser regida pelo presente estatuto.

Resumo

Anatomia

Curvaturas

 

Na coluna vertebral podemos verificar a existência de quatro curvaturas, a saber:

· Cervical;

· Torácica;

· Lombar; e

· Sacral.

 

As curvaturas torácica e sacral são côncavas anteriormente e as curvaturas cervical e lombar são côncavas posteriormente.

As curvaturas torácica e sacral são denominadas curvaturas primárias por se formarem durante o período fetal. Já as curvaturas cervical e lombar só são evidentes após o nascimento sendo portanto denominadas curvaturas secundárias.

A curvatura cervical é acentuada quando a cabeça está ereta;

A curvatura torácica é permanente qualquer que seja a posição;

A curvatura lombar geralmente é mais acentuada em mulheres;

A curvatura sacral é permanente e diferente em homens e mulheres sendo menos curvo nas últimas aumentando o tamanho da abertura da pelve.

A Linha de Gravidade do corpo passa pelas junções das curvaturas;

Cifose: aumento da concavidade da região torácica.

Lombarisação de S1: Quando S1 não apresenta-se fundida.

Sacralisação de L5: quando L5 apresenta-se fundida com S1.

 

Diferença entre as vértebras

 

A vértebra é tipicamente composta por um corpo vertebral, um arco vertebral contendo um forame vertebral por onde passa a medula espinhal e sete processos vertebrais (espinhosos, transversos e articulares).

 

As vértebras cervicais são menores formando o esqueleto ósseo do pescoço.

Possui o forame transverso oval ou forame do processo transverso. Em C7 esses forames são menores ou inexistentes. Por eles passam as artérias vertebrais. As vértebras cervicais possuem as características de vértebras cervicais típicas com exceção e C1 e C2.

C1 ou Atlas é um osso em forma de anel e sustenta o crânio. Seus processos articulares articulam-se com os côndilos occipitais. O atlas não possui processo espinhoso, nem corpo.

C2 ou Axis é a mais forte vértebra cervical. Possui duas superfícies planas de articulação onde gira o Atlas. Sua principal característica é um dente projetado para cima a partir do corpo.

 

As vértebras torácicas diferem das demais por possuir faces costais para articulação com as costelas. Há uma ou mais faces em cada lado do corpo. Nos processos transversos há faces para articulação com os tubérculos costais. Seus processos espinhosos são longos e delgados. As vértebras de T4 a T8 são típicas.

De T1 a T4 existem algumas características de vértebras cervicais. E as vértebras de T9 a T12 possuem tubérculos semelhantes às vértebras lombares.

 

As vértebras lombares têm processos espinhosos visíveis com a flexão da coluna.

Possuem corpos maciços e ausência de fóveas costais. Seus corpos têm forma de rim e seus forames vertebrais variam de ovais a triangulares. A maior de todas as vértebras L5 é responsável pelo ângulo lombossacral.

 

Articulações da Coluna vertebral

 

Juntura dos corpos vertebrais

 

As superfícies articulares das vértebras, recobertas por cartilagem, são conectadas por um disco intervertebral fibrocartilaginoso e por ligamentos. Discos intervertebrais proporcionam fixação mais forte entre os corpos das vértebras.

 

 

Junturas dos Processos Articulares ou dos Arcos Vertebrais ou Zigoapofisárias

 

São todas Sinoviais Planas.

 

Ligamentos dos corpos das vértebras

São sínfises

-Ligamento Longitudinal Anterior: O ligamento longitudinal anterior é uma faixa fibrosa larga e forte que recobre as faces anteriores dos corpos vertebrais e discos intervertebrais. É mais espesso em nível dos discos intervertebrais e vai de C1 até o sacro. Mantém a estabilidade das articulações intercorpovertebrais e evita a hiperextensão da coluna vertebral.

 

-Ligamento Longitudinal Posterior: O ligamento longitudinal posterior é uma faixa mais estreita e mais fraca que o ligamento longitudinal anterior. Está na face posterior dos corpos vertebrais, dentro do canal vertebral. É mais largo nas regiões torácica e lombar. Fixa-se aos discos intervertebrais e às bordas posteriores dos corpos vertebrais estendendo-se de C2 até o sacro. Evita a hiperflexão da coluna vertebral e a protrusão posterior do núcleo pulposo do disco.

 

-Ligamentos dos Arcos das Vértebras

São Sindesmoses.

-Ligamento Flavo(Amarelo): interpõem-se entre os arcos das vértebras, continua anteriormente com a cápsula articular e      posteriormente com o lig.inerespinhal.

-Ligamento Interespinhal: continua anteriormente com o lig.flavo e posteriormente com o lig.supraespinhal.

-Ligamento Supraespinhal: constitui o LIGAMENTO NUCAL na região cervical quando recebe reforços fibrosos elásticos.

 

Juntura  Atlanto-occipital

 

Sinovial Biaxial do tipo Condilar.Ocorre entre côndilo occipital e a faceta articular do atlas.Elementos de Reforço:

 

-Membrana Atlanto-Occipital Anterior : sai do arco anterior do atlas até o contorno anterior do  forame  Magno.

-Membrana Atlanto-Occipital Posterior : vai do arco posterior do atlas ao contorno posterior do forame Magno. É perfurada pela artéria vertebral e pelo nervo C1.

-Juntura atlanto-axial

 

Sinovial mono-axial do tipo trocóide(rotação).

Há três articulações: Duas Laterais_ ocorrem entre as facetas articulares. Do tipo Sinovial Plana.

Mediana_ ocorre entre o dente do axis e a fóvea dentis(pequena depressão no arco anterior do atlas), nessa articulação ocorre o LIGAMENTO TRANSVERSAL DO ATLAS(posterior ao dente), que insere-se em cada lado do atlas, projeta-se superiormente e lateralmente dando origem ao LIGAMENTO CRUCIFORME.Outro elemento de sustentação é a MEMBRANA TECTÓRIA, que é uma continuação do lig.longitudina posterior, e insere-se no assoalho da cavidade craniana. LAGAMENTOS ALARES, esses ligamentos estão entre o dente do axis e o arco anterior do atlas, impedindo a rotação excessiva.

 

Juntura Sacro-Ilíaca

 

É mista: Fibrosa e Sinovial.Sendo os seguintes Fibrosos:

-Ligamento Sacroilíaco: Anterior e Posterior.

-Ligamento Iliolombar: do processo transverso de L5 à crista ilíaca.

-Ligamento Sacrotuberal: da face dorsal do sacro e borda posterior do ílio à borda medial da tuberosidade isquiática.

-Ligamento Sacroespinhal: da borda lateral inferior do sacro à espinha isquiática.

 

Músculos do Dorso

 

São revestidos pela Fáscia do Dorso: Fáscia Nucal

Fáscia Toracolombar: Prende-se nos processos espinhosos projetando-se lateralmente onde prende-se no ângulo das costelas. Tem: Camada Posterior – que estende-se lateralmente e divide-se para envolver o músculo grande dorsal e o oblíquo externo. Entre o eles forma o teto do Trígono Lombar. Ela alcança a crista ilíaca e o sacro.

Camadas Média e Anterior – são formadas pela divisão do ligamento intertransversal da região lombar, envolvendo o m. quadrado lombar. Na borda lateral desse m. essas duas camadas unem-se com a posterior para formar a bainha aponeurótica dos m.m. oblíquo interno e transverso.

 

Grupo Pré-Vertebral- m.m. do pescoço e parede posterior do abdome. Inervados pelos ramos ventrais dos nn. Espinhais.

Grupo Pós-Vertebral- divide-se em:

 

 

Camada Superficial:

 

Os músculos superficiais do dorso (trapézio e grande dorsal) conectam os membros superiores ao tronco e estão relacionados com os movimentos desses membros. Por isso são m.m. do membro superior. A tabela a seguir mostra suas funções principais.

 

Músculo Trapézio:

Origem: Terço medial da linha nucal superior. Protuberância Occipital Externa, ligamento supraespinhal (nucal) e processos espinhosos de C7 a T12.

Inserção: Terço lateral da clavícula, acrômio e espinha da escápula

Função: Eleva, retrai e roda a escápula. As fibras superiores elevam, as médias retraem e as inferiores deprimem a escápula. Roda a escápula

Inervação: n.Acessório (XI) e ramos do Plexo Cervical(C3 e C4).

Irrigação: artéria cervical transversa.

 

Músculo Grande Dorsal:

Origem: Processo espinhosos de T6 a T12, crista ilíaca e fáscia toracolombar.

Inserção: Assoalho do sulco intertubercular do úmero e crista do tubérculo menor do úmero.

Função: Estende, aduz e roda medialmente o úmero; levanta o corpo durante a

escalada

Inervação: n. tóraco-dorsal(ramo do fascículo posterior do Plexo Braquial)

Irrigação: artéria tóraco-dorsal(ramo terminal da artéria subescapular que é ramo da artéria axilar).

 

Camada Média:

 

Músculo Levantador da Escápula

Origem: Tubérculos posteriores. dos processos transversos das vértebras C1 a C4

Inserção: Parte superior da borda medial da escápula

Função: Eleva a escápula

Inervação: ramos do Plexo Cervical e ramos do n. escapular dorsal( ramo do ramo ventral de C5).

Irrigaçaõ:artéria dorsal da escápula( escapular descendente), artérias intercostais posteriores e artéria cervical transversa.

 

Músculos Rombóides Maior e Menor

Origem: processos espinhosos de C7 a T5

Inserção: Borda medial da escápula a partir do nível da espinha até o ângulo inferior

Função: Retrai a escápula

Inervação: n. escapular dorsal

Irrigação: artéria dorsal da escápula, artérias intercostais posteriores e artéria cervical transversa.

 

Músculo Serrátil Póstero-Superior

Origem: ligamento nucal e processos espinhosos das últimas vértebras cervicais e várias Vértebras Torácicas Superiores.

Inserção: da 2ª à 5ª costelas, lateral aos ângulos costais.

Função: funciona como uma bainha de contenção

Inervação: ramos ventrais de T1 à T4( nn. Intercostais)

 

Músculo Serrátil Póstero-Inferior

Origem: processos espinhosos das vértebras torácicas inferiores.

Inserção: últimas 4 costelas, lateral aos ângulos costais

Inervação: ramos ventrais de T9 à T11 ( nn. Tóraco-abdominais)

 

Camada Profunda

 

Inervados pelos ramos dorsais dos n.n. espinhais, são os m.m. do dorso propriamente ditos.

 

A .Músculos Pós-Vetebrais Superficiais- representados pelos m.m. eretores da espinha (complexo sacro-espinhal).

 

1-M.Íliocostal- coluna lateral com:

Íliocostal Lombar

Íliocostal Torácico

Íliocostal Cervical

 

 

 

2- M. Dorsal Longo ou Longuíssimo- coluna intermediária com:

Longuíssimo do Tórax

Longuíssimo do Pescoço

Longuíssimo da Cabeça

 

3- M. Espinhal- coluna medial com:

Espinhal do Tórax

Espinhal do Pescoço

Espinhal da Cabeça

4- M. esplênio do Pescoço

Origem: Processos espinhos das vértebras torácicas superiores

Inserção: processos transversos das vértebras cervicais inferiores

Inervação: ramos dorsais de C1 a C4

Irrigação: artéria cervical transversa

 

5- M. esplênio da Cabeça

Origem: processos espinhosos das vértebras cervicais inferiores e ligamento nucal

Inserção: processo mastóide

Inervação: ramos dorsais de C1 a C4

Irrigação: artéria cervical transversa

 

B .Músculos Pós-Vetebrais Intermediários – representados pelo complexo de m.m. transverso – espinhais.

 

1- M.M. Multífidos

2- M.M. Semi – Espinhal da Cabeça

3- M.M. Semi – Espinhal do Pescoço

4- M.M. Semi – Espinhal do Tórax

C .Músculos Pós-Vetebrais Profundos

 

1- M.M. Interespinhais –  só existem nas regiões cervical e lombar.

2- M.M. Intertransversos

3- M.M. Rotatores: Curtos

Longos

4- M. Levantador da Costela: só existem na região torácica. Curto

Longo

 

Movimentos da Coluna Vertebral

 

Quanto mais longitudinal for o trajeto de um m.m., tanto mais ele estará relacionado com a extensão ou flexão da coluna vertebral e com a flexão lateral.

E quanto mais oblíquo o decurso dos feixes musculares, tanto mais relacionado o m. estará com a rotação.

 

1- Flexão

2- Extensão – o principal relacionado é o m. eretor da espinha.

3- Flexão Lateral Direita e Rsquerda

4- Rotação – o principal relacionado é o m. multífido.

 

Conteúdo Vascular do Dorso

 

Artérias do Pescoço

 

1- Artéria Occipital – ramo da artéria carótida externa, irriga os m.m. da nuca e couro cabeludo

2- Artéria Cervical Ascendente – irriga os m.m. posteriores do pescoço (ramo a artéria tireoídea inferior).

3- Artéria Vertebral – irriga os m.m. pprofundos do pescoço e parte posterior do encéfalo.

4- Artéria Cervical Profunda – irriga os m.m. posteriores do pescoço (ramo do tronco costocervical).

 

Artérias do Tórax e do Abdome

 

1- Artérias Intercostais Posteriores

2- Artéria Subcostal

3- Artérias Lombares

 

Artérias da Pelve

 

1- Artéria Íliolombar (ramo da artéria ilíaca interna).

2- Artérias Sacrais Laterais (ramo da artéria ilíaca interna).

 

Veias do Dorso

 

1- Plexo Venoso Vertebral A- INTERNO – dentro do canal vertebral

B- EXTERNO -contorna o corpo da vértebra

Ambos comunicam-se entre si e com os sistemas venosos da v. cava superior, inferior, ázigos e portal.

 

2- Plexo Venoso Suboccipital

Drena o pescoço, localiza-se no trígono suboccipital, comunica-se com o Seio Transverso e com as v.v. vertebrais. Recebe as v.v. occipitais do couro cabeludo.

3- Veia Occipital

Forma-se em torno do Forame Magno. Acompanha a artéria occipital nos forames transversos das vértebras cervicais. Comunica-se com a v. cervical profunda ou com a v. vertebral. Drena para o plexo venoso sub-occipital.

4- Veia Cervical Profunda

Drena para a Veia Vertebral a região posterior do pescoço

5- Sistema Ázigos

Drena a parede posterior do dorso, a região lombar e a região torácica, é formado pelas veias àzigo, hemi-àzigo e hemi-àzigo acessório. Drena para a veia cava superior.

6- Veia Vertebral

Comunica-se com a v. braquicefálica.

 

Inervação do Dorso

 

1- Ramos Meníngeos – inervam a dura-máter, o ligamento longitudinal posterior, o periósteo e os vasos sangüíneos epidurais e interósseos.

2- Ramos Dorsais dos Nervos Espinhais – inervam os m.m., ossos, junturas e pele do dorso. Apresenta fibras motoras, sensitivas e simpáticas.

 

Drenagem Linfática

 

1- Cabeça e Pescoço

- Linfonodos Cervicais – Superficiais

-  Profundos

2- Tronco

Linfonodos Axilares – drena a região acima do umbigo.

Linfonodos Inguais – drena a região abaixo do umbigo.

 

Anatomia de Superfície

 

Os processos espinhosos das vértebras móveis são facilmente palpáveis. Atrás de C1 há uma concavidade discreta. Os processos espinhosos de C3 a C5 não são facilmente palpáveis por serem curtos e profundos. C6 é facilmente palpável. C7 é denominada vértebra proeminente. Com o pescoço fletido é facilmente observável.

Os processos espinhosos torácicos são palpados com facilidade no sulco mediano entre as saliências formadas pelos mm. eretores da espinha.

O sulco mediano é mais profundo na região tóraco-lombar desaparecendo onde o sacro forma uma massa triangular rígida. Os ângulos superiores desse trígono sacral estão localizados acima das espinhas ilíacas póstero-superiores. O ângulo inferior está sobre o proc. espinhoso de S3. Abaixo da crista sacral mediana está o sulco interglúteo. Aí apalpa-se facilmente o hiato sacral.

De T4 a T12 os processos espinhosos situam-se sobre o corpo da vértebra inferior.

Sua base é adjacente à costela referente à próxima vértebra e sua extremidade situa-se em nível da segunda vértebra abaixo.

 

Estratigrafia do dorso

 

· Pele

· Tela subcutânea – fáscia superficial

· Fáscia profunda

· Músculos extrínsecos do dorso

· Fáscia toracolombar

· Músculos intrínsecos do dorso

· Coluna vertebral e caixa torácica

 

 

 

No cadáver:

 

Dorso

 

- músculo trapézio

- músculo grande dorsal

- músculo rombóide maior e menor

- trígono da auscuta

- músculo redondo maior e manoe

- tela subcutênea

- músculo íliocostal cervical, torácico e lombar

- espinha da escápula

- nervo intercostal

- músculo epinhal do tórax, pescoço e cabeça

- músculo infraespinhal

- músculo longuíssimo do tórax, pescoço e cabeça

- músculo serrátil póstero-superior, póstero-inferior e anterior

- músculo esplênio da cabeça e pescoço

- artéria occipital

- nervo acessório

 

Dorsal (região lombar)

 

- tela subcutânea

- fáscia tóraco-lombar

- músculo grande dorsal

- músculo oblíquo externo

- crista ilíaca

- trígono lombar

 

Trígono da auscuta

 

Limites: – supero-lateral – borda inferior da escápula

- infero-lateral – borda superior do m. grande dorsal

- medial – borda (linha)lateral do m. trapézio

Quando a escápula é deslocada para a frente pela flexão dos braços, o tronco é fletido o trígono aumenta sua face lateral que passa a ser formada pela borda medial da escápula. Assim partes da sexta e sétima costelas e o sexto espaço intercostal torna-se subcutâneo e os sons respiratórios podem ser ouvidos mais claramente.

 

Trígono lombar( de Petit)

 

Limites: – lateral – borda medial do músculo oblíquo externo

- inferior – borda superio da crista ilíaca

- medial – borda lateral inferior do músculo grande dorsal

- Assoalho – Aponeurose do m. transverso do abdome

 

A importância clínica dessa região está no fato de ser um caminho relativamente fácil no acesso cirúrgico ao rim, por exemplo. Uma intervenção no rim por essa região evita o seccionamento dos mm. do abdome e a penetração da cavidade peritoneal (que geralmente acaba por provocar peritonite). Assim, a intervenção cirúrgica pelo trígono lombar torna a cirurgia mais simples e menos arriscada a ter complicações no pós-operatório.

 

Quadrilátero de Grynfelt

 

Limites: * parede súpero-lateral : 12a. costela;

* parede súpero-medial : m. serrátil póstero-inferior

* parede ínfero-lateral : m. oblíquo interno

* parede ínfero-medial : eretor da espinha ( multífido )

* assoalho : m. transverso do abdome

 

Ângulo Lombossacral: curvatura da coluna vertebral em sua região lombar e o osso sacro, onde tal curvatura é dada sobretudo pela  5a. vértebra lombar.

 

Mms

 

Músculo Serrátil Anterior

 

Origem: digitação na face externa das 8 costelas superiores

Inserção:  face costal do ângulo superior, borda medial e ângulo inferior da escápula

Função: Protração da Escápula

Inervação: Nervo Torácico Longo

 

Múculo Redondo Maior

 

Origem: Terço inferior da borda medial da escápula

Inserção: Crista do tubérculo menor do ùmero

Inervação: nn. Subescapulares

Ação: rotação medial da escápula

 

Músculo Redondo Menor

 

Origem: Borda lateral da Escápula(dois terços)

Inserção: Tubérculo Maior do ùmero

Inervação: n. axilar

Ação: rotação lateral do braço

 

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